18 de mai de 2011

Como trabalhar letramento XI Semana

10/05 Exploração Biblioteca Roberto Santos


A atividade foi bem desenvolvida e os jovens participaram das atividades, alguns jovens estavam com outra expectativa da atividade ser chata por ser em uma biblioteca e foram surpreendidos por ser algo bem dinâmico.

Subindo ao palco para uma dinâmica de descontração.





Mediação de leitura 

PJU MINA TR BIBLIOTECA ROBERTO SANTOS     



11/05

Roda de conversas para falar sobre livros que jovens já leram e falar um pouco sobre eles, pensar em uma temática para trabalhar o letramento, e a temática definida para ser trabalhada pelo grupo foi gravidez na adolescência

12/05
Atividade de gêneros, os jovens foram separados os meninos das meninas e cada grupo teve que desenvolver um avatar de um jovem do Heliópolis com o sexo aposto do seu, meninos desenvolveu uma menina e as meninas um menino, logo após foi apresentado os avatares perfil e como era ávida dele na comunidade automaticamente criando uma debate entre os grupos.

Esse post ainda será editado.

Um comentário:

  1. Viva Adoniran Barbosa. E o que falar da mídia?

    Escritores riem da tese da Globo sobre língua popular e livro didático 'errados'
    Enviado por Adriano S. Ribeiro, sex, 20/05/2011 - 10:06
    Autor:
    Adriano S. Ribeiro

    Os escritores Marcelino Freire e Cristovão Tezza participaram nesta semana do programa "Entre aspas", apresentado por Mônica Waldvogel na GloboNews. Com bom humor, os dois escritores rechaçaram a tese da Globo (e da velha mídia), que, a partir de trechos retirados do contexto, ataca o livro "Por uma vida melhor", adotado pelo Ministério da Educação para turmas de jovens e adultos.

    Quando a apresentadora fala em "regra errada do português", imediatamente Tezza, professor aposentado da UFPR, a interrompe e a corrige: "Variedades não padrão".

    Mônica responde: "Estamos tucanando aqui". Ao que Tezza rebate: "É um conceito linguístico esse. Todas as línguas do mundo funcionam assim, são variedades. [...] A diferença entre dialeto e uma língua é que uma tem exército, e a outra não. É a história das línguas."

    Marcelino Freire cita o poeta Sérgio Vaz: "Quando a gente diz nós vai, é porque nós vamos".

    Tezza explica:

    "Quando você constrói uma gramática escrita, você escolhe formas, passa a escrever essa formas, passa a defendê-las. E elas passam a ser o certo. E aí se começa a estigmatizar o que não está daquela forma. Isso é construção histórica das línguas padrões [...].

    O conceito de variedade linguistica é fundamental, não há mal nenhum em mostrar aos alunos, mesmo dos primeiros anos, que a língua é um conjunto de variedades, inclusive para trabalhar com a diferença e a importância da norma culta. O que não precisa é humilhar ninguém para fazer isso.. é um processo esmagador, a escola tem muito poder, o aluno chega lá, só fala a variedade dele, o professor vai olha, você é burro, senta ali no milho... não. Vamos trabalhar de outra forma. É uma questão didática."

    "Que conselho vocês dão aos que estão tão preocupados?", questiona a apresentadora, ao final do programa.

    É a deixa para Freire arrematar:

    "Vão de Adoniram Barbosa: "Arnesto nos convidou / prum samba ele mora no Brás / Nóis fumo, num encontremo ninguém..." [mais risos]

    Fonte:
    http://drrosinha.com.br/livrodidatico/

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